quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

AVC e Therasuit: inovação para uma melhor reabilitação!


O Acidente Vascular Cerebral é consequência do rompimento ou a da obstrução das artérias encarregadas de levar sangue oxigenado para o cérebro. A característica principal do chamado derrame cerebral é a forma repentina do acometimento, que acontece na maior parte das vezes em um único lado do corpo.

Fique atento aos seguintes sinais: desvio para um dos lados da boca, pálpebra superior caída, perda de sensibilidade de um dos lados do corpo, dificuldades na fala (com a fala pastosa, igual a dos bêbados) e dificuldade de entendimento e de reconhecer pessoas e lugares. 


Outro sintoma comum é a perda de força e de coordenação motora. É aí que entra a Fisioterapia Neurológica, que tem o intuito de desenvolver a capacidade motora e permitir que o paciente seja o mais independente possível. 

A fisioterapia deve começar ainda quando internado e ser estendida logo depois da alta alta hospitalar, de preferencia todos os dias pois quanto mais o paciente é estimulado, mais rápida será sua recuperação.

Uma alternativa para o tratamento fisioterápico pós AVC é o Therasuit, método intensivo que usa uma vestimenta especial que tem a finalidade de integrar o sistema nervoso central, aumentar a força muscular, diminuir o tônus muscular e dar ao paciente maior equilíbrio e propriocepção.

Eu, Rodrigo Fernandes Luiz, especialista em Fisioterapia Neurológica, aplico o Therasuit na Clinica KeF, no bairro Santa Mônica em Florianópolis, SC.

Para maiores informações sobre este método inovador acesse www.clinicakef.com.br 








terça-feira, 25 de junho de 2013

A meningite e a fisioterapia

A meningite é, como o nome já diz, a inflamação das meninges, membranas que protegem o sistema nervoso central. O comprometimento da pia-máter, aracnóide e do líquido céfaloraquidiano se dá pela presença de microorganismos  patogênicos como vírus e bactérias podendo muitas vezes ser fatal.


A partir do desenvolvimento de medicamentos, como o antibiótico, da utilização de novas técnicas de diagnóstico e de um melhor conhecimento da patologia, houve uma redução significativa da taxa de mortalidade, e até mesmo, uma redução das seqüelas neurológicas, proporcionando aos pacientes acometidos uma maior possibilidade de sobrevivência com qualidade de vida.

Ainda assim, o número de pacientes com sequelas neurológicas como déficit cognitivo, fraqueza muscular e a perda de equilíbrio derivadas da meningite ainda é expressivo.  A fisioterapia, com isso, ingressa no tratamento multidisciplinar para que haja uma melhora na capacidade funcional e na qualidade de vida do paciente. Visa-se melhorar a capacidade motora com exercícios de fortalecimento muscular, diagonais de facilitação neuromuscular proprioceptiva, exercícios proprioceptivos. A atenção a melhora da respiração deve, também, estar no plano de tratamento do fisioterapeuta.

O fisioterapeuta deve realizar uma avaliação criteriosa, valorização as condições gerais de cada paciente, as condições do ambiente e os recursos fisioterapêuticos disponíveis, e a partir disto traçar a sua conduta, objetivando sempre proporcionar uma boa qualidade de vida para ele.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Parkinson


A doença de Parkinson (DP) é uma das mais freqüentes afecções degenerativas do sistema nervoso central. Estima-se uma incidência de 1a 2% na população acima de 65 anos. Junto com o tratamento medicamentoso e/ou cirúrgico, os exercícios fisioterápicos têm contribuído para melhorar a acinesia, rigidez, postura, equilíbrio, quedas, marcha, congelamento e qualidade de vida.

A intervenção fisioterápica inclui a terapia convencional e ocupacional, terapia com estímulos visuais, auditivos e somato-sensitivos. Os estímulos facilitariam os movimentos, o início e continuação da marcha, o aumento do tamanho dos passos e a redução da freqüência e intensidade dos congelamentos . Também poderiam ser realizado treinamento em esteira com suporte do peso, treinamento do equilíbrio, treinamento com exercícios de alta intensidade e terapia muscular ativa. Todo o exercício tem como objetivo melhorar a função do movimento, como levantar, andar, sentar, as atividades motoras, bradicinesia, e redução das quedas. O propósito da fisioterapia e melhorar e manter a facilidade e segurança das AVD e prevenir complicações secundárias. 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Entrevista sobre o TheraSuit no programa Tudo + da TV COM


Entrevista dada pelo Fisioterapeuta Rodrigo Fernandes Luiz no programa Tudo + da TV COM sobre o surpreendente método TheraSuit que reabilita pacientes com problemas neurológicos. 



Em Santa Catarina, o método é aplicado pelos fisioterapeutas Rodrigo Fernandes Luiz e Juliana Nienkoetter Savi Mondo na Clinica K&F

www.clinicakef.com.br   Tel: 3028-0506

segunda-feira, 25 de março de 2013

TheraSuit no Programa Tudo+ da TVCOM

Hoje, às 20h, o fisioterapeuta Rodrigo Fernandes Luiz estará no programa Tudo+ da TVCOM para falar sobre TheraSuit, uma terapia inovadora indicada para pacientes com paralisia cerebral e outras disfunções neurológicas. Não percam!



quinta-feira, 21 de março de 2013

A Fisioterapia na Síndrome de Down

Hoje, 21 de março, comemora-se o Dia Internacional da Síndrome de Down. É preciso salientar que a Síndrome de Down não pode ser considerada uma doença, e sim uma alteração genética. ou seja, é uma condição em que o individuo apresenta 47 cromossomos nas células, ao invés de ter 46. Segundo relatos, em 1920, pessoas com esse tipo de alteração genética viviam em média oito ou nove anos.  Atualmente, com os avanços da medicina e a melhora da qualidade de vida proporcionada pela Fisioterapia, a média de longevidade passou para 55 anos.

Para garantir essa melhora na perspectiva o Fisioterapeuta deve realizar uma avaliação inicial da criança com Síndrome de Down de maneira holística, sendo importante estar atento aos problemas associados à síndrome, tais como hipotonia, redução da força muscular, hipermobilidade articular, pés planos, escoliose, alterações respiratórias, instabilidade atlânto-axial, doença cardíaca congênita, deficiências visual e auditiva, presença de doenças convulsivas. Com esses dados, o fisioterapeuta é capaz de analisar as necessidades de cada criança e de sua família, planejando orientações e intervenções apropriadas para cada situação.
O principal objetivo da fisioterapia é criar condições para explorar o potencial motor da criança, direcionando-a nas sucessivas etapas do desenvolvimento motor e auxiliá-la na aquisição de padrões essenciais para esse período. Os objetivos específicos são determinados de acordo com a faixa etária ou fase do desenvolvimento. Para alcançar esses objetivos são utilizados métodos que propiciarão maior independência, autoconfiança e ampliação da relação com o meio ambiente.
O objetivo da fisioterapia não é tentar igualar o desenvolvimento neuropsicomotor da criança com síndrome de Down ao de uma criança comum nem exigir da criança além do que ela é capaz, mas auxiliá-la a alcançar as etapas desse desenvolvimento da forma mais adequada possível, buscando a funcionalidade na realização das atividades diárias e na resolução de problemas.
A estimulação bem estruturada pode promover o desenvolvimento da criança, minimizando suas dificuldades e evidenciando a possibilidade de melhores respostas à experiência e adaptação a condições mutantes e a estímulos repetidos. 
" O amor não conta cromossomos"
Atendimento:
                        Saúde Funcional 
                        Av Rio Branco, 404. Ed Planel Towers, Torre 1. Sala 503.
                        Centro, Florianópolis/SC                        Tel: 32280044 / 88231774

                        Clínica de Integração Multidisciplinar K&F
                        Rua Sérgio Rogério Bems, 105
                        Santa Mônica, Florianópolis/SC              Tel: 30280506 / 88231774